
Uma entrevista de Caetano Veloso nunca sai ilesa de pelo menos uma declaração polêmica. E a entrevista ao portal Terra por ocasião do lançamento da turnê Zii & Zie em DVD não foi diferente. Entre os vários assuntos, Caetano atacou a rotulação de MPB que há anos se usa de maneira pouco esclarecida.
Ao ser questionado se a MPB está em baixa por ocasião do sucesso do sertanejo universitário, Caetano foi categórico: “Eu não consigo separar MPB de sertanejo universitário ou secundarista, porque MPB é música popular brasileira, eu não sei por que o sertanejo não estaria incluído aí.”, e mais tarde completou dizendo que “muitas vezes, esses rótulos mais desorientam do que orientam. Eu não posso entender por que o Luan Santana não é MPB, porque a Daniela Mercury não é MPB. Se isso não é música popular brasileira, então o que é música popular brasileira?.
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A cantora Maria Gadú foi a mais esperada pela multidão que assistiu ao show de ontem em homenagem à cidade.
As pessoas se aglomeraram atrás do palco para poder ver a chegada da cantora e por volta das 22h20 Maria Gadú entrou em cena sendo calorosamente aplaudida por 30 mil pessoas.
Gadú entrou tocando “Sampa”, de Caetano Veloso e em seguida se reuniu aos outros cantores no palco para o encerramento do show embalado por quatro músicas de Adoniran Barbosa.
Artistas como Mallu Magalhães, Paulo Ricardo, Kid Vinil, Nasi e Gadú deveriam finalizar o show com a canção “Trem das onze”, porém Nasi acabou improvisando e puxando outra música de Adoniran, “Iracema”, que fora acompanhada por alguns colegas do palco.
[via Folha]
Viva o Gran Mestre Supremo do Kaos! Esse é o pequenino título dado a Jorge Mautner, que completou 70 anos e ganhou uma festa comandada pela Orquestra Imperial! O pré-tropicalista, o homem antenado, o escritor subversivo, compositor de pérolas musicais como “Lágrimas Negras” (com seu sempre parceiro Nelson Jacobina) e “Vampiro“. Uma grande história que sempre andou em paralelo com os caminhos comerciais de seus amigos, como Caetano Veloso e Gilberto Gil.
Foram justamente estes mais Luiz Melodia os convidados para um espetáculo de reverência, cujo trecho encontrado é justamente do seu maior sucesso: “Maracatu Atômico“, música gravada por Gil nos anos 70 e resgatada por Chico Science e Nação Zumbi 20 anos depois. É o próprio Gil que interpreta, ao lado do mestre Mautner, soltando toda a sua liberdade. Bom reparar na bizarra “cuíca bucal”, brincadeira vocal de Gil com a platéia que é tão impressionante quanto peculiar. O show foi realizado no dia 17/01 no palco do Circo Voador, no bairro da Lapa, Rio de Janeiro.
Via: Saraiva Conteúdo

E viva a Paulicéia Desvairada! Para comemorar os 457 anos da maior cidade do Brasil, a organização de eventos da Secretaria Municipal de Cultura liderada por José Mauro Gnaspini (o mesmo organizador da Virada Cultural) anunciou um show cujo tema são canções sobre, veja só, São Paulo!
A idéia é trazer artistas paulistanos novos e outros com mais estrada para cantar as músicas que melhor representam a cidade. Teremos Maria Gadú interpretando o hino “Sampa” (Caetano Veloso), Paulo Ricardo trazendo “Punk da Periferia” (Gilberto Gil) e a participação de Mallu Magalhães, Paulo Miklos, Happin’ Hood, Renato Teixeira e muitos outros.
Para acompanha-los, o auxílio luxuoso ficará por conta da Orquestra Sinfônica Municipal, acompanhada de Japinha (CPM22) na bateria, Mingau (Ultraje a Rigor) no baixo, e os guitarristas Andreas Kisser (Sepultura) e André Cristovam. O evento tem início marcado para as 19hrs do próximo dia 25 na Avenida Ipiranga, e a entrada é franca.
Fonte: IG Notícias
Os mais populares entre os tropicalistas nunca deixam de se renovar! Gilberto Gil e Caetano Veloso, símbolos da transgressão dos movimentos contraculturais dos anos 60 e catapultados a medalhões da MPB a partir dos 80, andam a todo o vapor com projetos de vanguarda e apostando na renovação musical do país!
Gil se juntará à banda de indie rock Macaco Bong, o experimental DJ Tudo e outros para o espetáculo Futurível, que toma o palco do Auditório Ibirapuera neste domingo, em São Paulo. O show promete trazer o repertório da época mais roqueira de Gil (como o clássico Expresso 2222) e alguns experimentos de som e vídeo, sempre com a proposta de contrastar tecnologia e cultura popular. O evento encerra o II Fórum de Cultura Digital.
Já Caetano juntou forças com a mega-estrela em ascenção Maria Gadú para uma mini-turnê conjunta pelas principais capitais da cidade. O show, que já passou por Salvador e acontece em Bauru (SP) no próximo dia 20, conta com canções de Caetano como “Rapte-me Camaleoa” e “Odara” cantadas em parceria, além de covers descontraídos de Adoniram Barbosa e outros, e canções do primeiro disco homônimo de Gadu, interpretadas pela própria.
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No documentário sobre a história da MTV que passou logo após o show que comemorou os seus 20 anos de Brasil, vários artistas e profissionais de mídia falaram sobre o grande trunfo do canal: a linguagem. Admirada por criar um vínculo no público jovem que se renova a cada geração, a MTV sempre acha um jeito de invadir a sua vida, seja com a expansão da programação online ou fazendo uma programação no mesmo ritmo frenético que o seu.
Quando começou a transmissão via internet da 1ª metade do evento (a outra metade foi televisionada ao vivo), lembrei deste sentimento de estar representado na televisão quando vinha visitar meus familiares em São Paulo, pois morava no interior e naquela época não havia sinal do canal por lá. Agora com a internet não há mais barreiras que impeçam o jovem de viver a sua própria cultura, e essa é a maior conquista desses últimos 20 anos, não só pela MTV mas por todos os geradores de cultura.
Prestada a homenagem, vamos à celebração. O show de 20 anos da MTV começou assim como ela: com Garota de Ipanema, desta vez repaginada por Caetano Veloso. Caetano, figura nada nova mas sempre contemporânea, foi a atração mais constante da festa, voltando depois para um medley incrível com Jorge Ben Jor em Yves Brussel, uma música de Caetano que não me recordo o nome e Ponta de Lança Africano, em uma versão hard rock com Andreas Kisser e banda de apoio.
As músicas do cantor e compositor Caetano Veloso, utilizadas como trilha sonora de filmes, vão ganhar um disco exclusivo para elas. O projeto faz parte da série 40 anos de Caetano, lançado pela Universal.
No quarto box — que será lançado hoje –, constarão, ainda, músicas escritas e nunca gravadas. Os 11 discos reúnem toda a discografia do músico entre o período de 1997 e 2007, com excessão da última obra de Caetano, o disco Zii e Zie, lançado no ano passado.
[via Terra]

O cantor e compositor Caetano Veloso vai ser o próximo cantor brasileiro a gravar um acústico MTV. A idéia é lançar um CD e DVD como parte das comemorações dos 20 anos da emissora no Brasil.
O custo estimado do projeto Caetano Veloso Acústico MTV é de cerca de R$ 1,5 milhão, mas a MTV ainda está a procura de um patrocinador oficial do álbum.
O último disco lançado no formato acústico da emissora foi Paulinho da Viola, em 2007. [Terra]

A cantora teen paulista Mallu Magalhães mostra que está crescendo e deixando pra trás aquele jeito infantil e delicado, dando lugar a uma cantora mais madura. Pelo menos foi o que ela aparentou durante a entrega do prêmio Multishow, no Rio.
Mallu encontrou ninguém menos que Caetano Veloso nos bastidores do evento e ficou visivelmente emociona. “Ele é sensacional, completo”, resumiu. Para mostrar um novo momento na sua carreira, ela também caprichou no figurino — usou um vestido preto com costas abertas.
Leia o que já foi publicado sobre a Mallu Magalhães.
Fonte: Ego
Comemorando os 40 anos de Caetano Veloso na gravadora Universal, a casa discográfica lança a terceira caixa de cds para a alegria dos fãs do cantor e compositor.
O terceiro box da coleção “Quarenta Anos Caetanos” tem uma tiragem de três mil unidades, e inclui 11 CDs que reúnem os álbuns Uns (1983), Velô (1984), Totalmente demais (1986), Caetano Veloso (1986), Caetano (1987), Estrangeiro (1989), Circuladô (1991), o duplo Circuladô vivo (1992), Tropicália 2 (1993) e Fina estampa (1994), além da coletânea Certeza da Beleza, com 20 raridades do período como o dueto com Luiz Caldas em “É Tão Bom”, gravada pelo pioneiro da axé music em 1986.
O período abrange uma época de grande diversidade, alegria e sucesso popular de Caetano. Os álbuns do cantor nos anos 80, já na casa dos 40, ganhou o grande público. “Totalmente Demais“, por exemplo, foi seu primeiro álbum a bater a marca das 250 mil cópias vendidas, tocando muito no rádio, lotando shows por todo o país e ganhando espaço também no exterior. O projeto festeja os 40 anos do cantor na gravadora. A primeira caixa saiu em 2006 e a segunda, no ano passado.
Via: Correio da Bahia