
Whitney Houston foi encontrada morta em um hotel de luxo em Beverly Hills na tarde de sábado (11), mas deixou história na cena pop e permanecerá na memória de várias outras gerações. Homenagens à cantora estão bombando na internet, como artigos, fotos, vídeos, tributos e os famosos “mashups”, que misturam músicas de artistas diferentes para formar uma única.
A última sensação na web une as música “Dancing On My Own”, da Robyn, e “How Will I Know”, da eterna Whitney Houston. O casamento entre as duas músicas ficou super bacana, não só pelo fato de a sonoridade soar espontânea, mas pelo fato de as canções falarem exatamente do mesmo tema. Enquanto Houston canta se perguntando se algum dia será correspondida pelo garoto que ama, Robyn lamenta não ser percebida na balada pelo ex-namorado que a trocou por outra, deixando-a dançando sozinha. A combinação resgata o dance eletrônico lançado por Whitney em 1985 e o une ao electropop atual da escandinava, que virou hit em 2010. Quem idealizou o mashup foi DJ Zooash. Confira e deixe sua opinião.
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Irremediavelmente os dias vão passando. Já estamos em dezembro e com ele vem o último mês do ano. Assim que vamos com mais um post sobre os melhores do mundo da música em 2011, e ver o que ficará como memória deste ano no quesito musical. Dessa vez, vamos repassar alguns dos melhores clipes do ano que está acabando.
Fazer uma lista com os melhores clipes do ano é complicado, e a gente acabou escolhendo o gênero que mais se destacou, pra dizer que seguiu algum critério. Então fizemos um balanço e escolhemos os 10 melhores vídeos indie, aqueles que pra nós trouxeram alguma boa surpresa ou foram simplesmente uma lufada de ar fresco frente a tudo o que a gente viu de ruim - e que não foi pouco, afff - esse ano.
Nossa seleção começaria com o vídeo acima (Is Tropical - The Greeks) e seguiria como você confere após o jump. Acompanhe:
Dessa maravilha que é o disco chamado Ceremonials, Florence + The Machine já lançaram mais um single, cujo videoclipe estreou na última sexta-feira. O escolhido da vez é No Light, No Light, para o qual a britânica voltou a apostar em elementos recorrentes, tanto musicais quanto visuais.
Quem ouve essa faixa pela primeira vez com certeza pensa em Enya e Björk; se a isso somamos o ar eclesiástico, órgãos, coros de crianças e as contundentes percussões, teremos uma espécie de Drumming Song 2.0.
Por isso não é de estranhar que, como na faixa de “Lungs”, vejamos no vídeo uma igreja. Mas nesse caso, mais do que um lugar para improvisar dançando, o local serve de contraposição a um ritual de vodu haitiano. Coro de crianças em uma igreja e um nativo praticando magia negra com um boneco de vodu com a forma da Florence Welch são fortes elementos que se contrapoem. Como ponto de união e vítima, encontramos Florence perdida no telhado de um arranha céus. Bom resultado audiovisual.
Tem clipe novo dos rapazes do The Drums, que ainda não são muito famosos por aqui, embora tenham feito um show no Estúdio Emme, em São Paulo, em março deste ano, que teve uma ótima repercussão apesar dos vários problemas técnicos que a banda enfrentou durante a apresentação.
O grupo, que faz uma mistura de indie pop com pós-punk, ganhou repercussão mundial graças ao sucesso de seu show inusitado e intimista no Festival de Glastonbury do ano passado. Depois do sucesso da apresentação, muita gente fez “bolão” pra ver se os caras iriam vingar mesmo ou se não passariam de mais uma dessas sensações de festival indie.
Pois o grupo está aí (mesmo quase tendo se separado durante as gravações de seu álbum mais recente), lançando o segundo single de seu segundo disco, “Portamento”. A faixa se chama “How it Ended”, e é uma quase balada melancólica, porém dançante, uma das marcas registradas da banda, que tem várias canções tristinhas mas com as quais é possível arriscar alguns passinhos.
Para a interpretação visual da música, cenário simples, efeito granulado na fotografia e Jonathan Pierce, o vocalista do grupo, como protagonista das principais cenas. Tipo clipe indie-despretensioso, que a gente não curte, como vocês já sabem, mas a banda É indie-despretensiosa, então ok.

Florence + The Machine - Shake It Out by ListenBeforeYouBuy
Todos mundo que curte Florence + The Machine anda felizinho, porque depois de um tempo de ansiedade e espera por mais informações sobre o novo disco do grupo, enfim elas chegaram: nas últimas horas pipocaram várias informações sobre como será o segundo disco dos britânicos. Ontem saiu a confirmação oficial do título (Ceremonials), foi divulgada a tracklist e a data de lançamento. E hoje de manhã a gente levantou com o segundo single oficial do disco, “Shake It Out”.
Depois do êxito moderado de What The Water Gave Me, não em relação às críticas, que foram mais que positivas, mas em relação às vendas e repercussão nas paradas inglesas, Florence Welch e cia. decidiram não esperar. Apenas três semanas depois do lançamento do clipe oficial do primeiro single, eles decidiram divulgar sua nova música de trabalho, que já está à venda no iTunes e terá sua estreia na emissora 104.9 Xfm de Londres.
De bate pronto, dá pra dizer que “Shake It Out” coloca F+TM em seu terreno habitual, essa mistura de indie rock e toques clássicos de pop barroco. Com um início mais pausado e uns “crescendos” menos rock e dançantes do que “What The Water Gave Me”, a canção nos introduz a voz de Florence com umas notas de órgão. Então, com ecos à “Drumming Song”, aumenta progressivamente a intensidade com a ajuda dos habituais coros gospel de fundo e percussões. Todos os elementos que encontramos em “Lungs”, e que voltam a fazer com que a gente se entusiasme agora.
No player acima, você ouve “Shake It Out”. Após o jump, está a tracklist oficial do novo disco.
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Sim, é oficial. “What The Water Gave Me”, o single que a gente já ouvia ao vivo, é a nova música de trabalho de Florence + The Machine. E não só a gente pode ouvir a versão de estúdio na íntegra, mas já pode comprar no iTunes e ver o clipe oficial. A canção é o primeiro single do próximo álbum dos britânicos, que deve ser vendido a partir de 7 de novembro.
Depois de ter conseguido lançar um dos melhores discos 2009, Florence Welch e companhia conseguiram aprovação total, primeiro da crítica britânica, europeia e finalmente da estadunidense, que se rendeu à banda. A julgar por esse primeiro single promocional parece que a coisa não vai mudar e o nível de excelência vai se manter. Isso graças à combinação perfeita entre a voz de Welch e a produção de Paul Epworth. Esse último nome pode não chamar sua atenção num primeiro momento, mas o compositor e produtor britânico já trabalhou com Plan B, Cee Lo Green e Adele.
“What The Water Gave Me” tem como ponto de partida os acordes de harpa já característicos de Florence, e vai avançando num crescendo progressivo com a guitarra, o baixo e a bateria, até virar um tema de indie rock, dançante. E aí a voz de Welch, o som da harpa e os coros góspel nos transladam a um conhecido imaginário épico que, dessa vez, faz referência à morte de Virginia Woolf e ao quadro homônimo de Frida Kalho. Sim, eles conseguiram mais uma vez.
Hoje, 8 de agosto, é a data oficial do lançamento - e início das vendas - de “Virus”, a nova música da Björk que faz parte de seu projeto discográfico multimídia chamado Biophilia. Desse mesmo trabalho já foram lançadas as faixas Cosmogony e Crystalline. As músicas estão sendo lançadas em um curto espaço de tempo (curto mesmo), talvez pelo medo de que haja vazamento, e tal. “Virus” começou a circular na rede está manhã, mas o app para editar a canção estará disponível só amanhã.
E este novo single promocional tem também um subtítulo: “Generative Music”. Assim como em todos os outros temas que fazem parte deste disco-experiência, a cantora islandesa quis juntar ao nome principal da música um subtítulo relacionado aos fenômenos físicos aos quais as canções fazem referência ou a sua criação musical. Com “Generative Music”, Björk recupera o termo cunhado por Brian Eno que se refere à música em constante evolução e movimento, mudança.
“Virus” está inserida em um contexto musical minimalista e ao mesmo tempo complexo, que evoca uma mistura de conto infantil e viagem espacial. Destaque para a percussão do austríaco Manu Delago, especialista em hang, e do español Pablo Díaz-Reixa, mais conhecido como El Guincho.
Tijolada na cabeça, né? Pois é.
Faz vários meses já que tá rolando na rede e em algumas emissoras da TV fechada o novo anúncio da Claudia Schiffer com a multinacional de cosméticos L’Oréal Paris. Mas só agora a gente começou a ver passar o spot do novo Elvive Color Vive junto com a modelo alemã e com a música “Love Lost” do The Temper Trap como trilha sonora.
A empresa francesa escolheu Claudia Schiffer, top model e ícone de beleza dos anos 90, para promover seu novo produto. Mas o grande destaque desse anúncio fica por conta do tema que soa de fundo, canção que abre o excelente álbum “Conditions”, de 2009, e com o qual a banda australiana The Temper Trap estreava discograficamente. A faixa foi escolhida como quarto single oficial do disco que também tem as ótimas “Sweet Disposition”, “Science of Fear” e “Fader”. “Love Lost” também voltou a aparecer como parte da trilha sonora do filme “No Strings Attached” (Sexo Sem Compromisso), a comédia romântica protagonizada por Natalie Portman e Ashton Kutcher.
No player acima, você confere o anúncio da L’Oréal e, após o jump, o clipe oficial de “Love Lost”.
Ainda com a boca aberta a gente escreve sobre o último clipe dos gênios do OK Go. A última “loucura” do grupo chega na forma de vídeo musical interativo de seu novo single, intitulado “All Is Not Lost”, uma das faixas que integram o disco “Of the Blue Color of the Sky”, lançado em janeiro de 2010.
E se por algo se destacam os caras de Chicago é por ir além, usando técnicas nada originais, mas levando-as a outro nível. São vários os exemplos, mas pra mencionar alguns, desse mesmo disco temos as evoluções em stop motion nas torradas de Last Leaf ou End Love, a coreografia canina em White Knuckles ou o efeito dominó em This Too Shall Pass. Agora, eles brincam com a dança contemporânea dos inovadores Pilobolus, misturando com planos nadir e imagens caleidoscópicas.
O resultado é uma sucessão de imagens que vão aumentando em quantidade e nível de dificuldade, onde os dançarinos criam, com seus corpos - e em plano nadir (que é a tomada contrapicada em seu grau máximo, feita perpendicular ao solo), diferentes formas e letras. A gente sabe que explicando assim não fica muito claro, por isso é melhor ver o vídeo (há!).
E a grande sacada do clipe é que é possível fazer com que os caras do OK Go e do Pilobolus criem a frase que você quiser. Dá pra fazer em HTML5 ou usando o Google Chrome, uma experiência que a gente super recomenda, só clicar aqui.
O grupo Kings Of Leon acaba de estrear o clipe de seu novo single, “Black Down South”. A faixa, que integra o disco “Come Around Sundown”, ganhou um clipe a altura da música, que é bem no estilo Kings of Leon.
A verdade é que os rapazes do KL estão se saindo bem com Come Around Sundown, e trata-se de um bom álbum - embora a crítica não o esteja curtido tanto quanto seu antecessor, “Only By The Night” - e até agora os singles estão sendo muito bem escolhidos. “Back Down South” é, talvez, a mais fraquinha das faixas lançadas até agora, mas isso não afeta muito o bom trabalho que a banda vem fazendo.
E para o clipe do novo single, a banda preparou um vídeo com uma estética bem sulista, no qual vemos as aventuras de um grupo de adolescentes que vive em um povoado onde a banda está tocando. Não é nada de outro mundo, mas tem boa fotografia e harmoniza perfeitamente com a música - que é o mais importante no fim das contas.
Confira o vídeo no player acima!