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Mas quem é Rebecca Black afinal? Conheça a "menina prodígio" e a sua gravadora!

Publicado 18 Mar 2011 por Gabriel Garbulho

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A internet como diz Caetano realmente anda abalando a qualidade do que é considerado fenômeno dentro do mundo musical, e a prova disso é a última novidade. A menina fenômeno em questão é Rebecca Black, só que desta vez um sucesso às avessas pois a mesma foi alçada após o envio do link de seu clipe “Friday” como motivo de chacota do comediante Michael J. Nelson em seu Twitter. Ele tem apenas 19 mil seguidores, mas quando se trata de rir da cara do outro, a internet é bem rápida.

Em apenas 2 dias após a “descoberta”, Rebecca Black já era um dos tópicos mais comentados da rede social em todo o mundo e seu clipe-pérola já colecionava milhões de exibições, e comentários não tão amigáveis. A letra do hit discorre sem qualquer detalhe, digamos, poético sobre o cotidiano dela. São coisas como comer cereal, escolher em que lugar do carro sentar para ir à escola com os amigos que aliás bancam uma panca gigantesca (banco da frente ou de trás? Dúvida cruel!), e se divertir, divertir, divertir quando chega a sexta feira, que vem antes do sábado e do domingo, como a mesma também faz questão de nos esclarecer.

Fato é que o chroma key (técnica de colocar um fundo digital em uma cena filmada) mal-feito e o visual duvidoso (assim como todo o conjunto) já são comprometedores o bastante para tripudiarmos mais ainda, porém o lar da mente maligna que faz essa produção deveria ser mais comentado: se trata da Ark Music Factory. Essa fábrica de música, como a mesma se autodenomina, criou todo o aparato artístico de Rebecca e promete soltar mais alguns monstrinhos na rede que vão com certeza ganhar a apreciação de vocês.

Uma delas é CJ Fam, a Maisa americana ou projeto-anão de Shirley Temple que clama a fama em seu quase-hit wannabe “Ordinary Pop Star” (calma, ordinary em inglês é comum, não o que você com certeza pensou). Percebe-se um talento melódico um pouco mais avançado da menina, porém a crise de estilo é idêntica. Bem ou mal, os artistas da Ark estão se sobressaindo no velho ditado do “é ruim mas é bom”, mas além da imprensa, alguém mais dará fôlego à esta loucura comercial? Aguardemos.

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