
Como todo artista genial e polêmico, Amy Winehouse tem sua vida conturbada seguida de perto por muitos. Mídia e fãs colaboram para que uma vida autodestrutiva e regada por excessos se transforme em um circo, onde muitos observam e esperam que algo pior aconteça.
Mas, no meio de tudo isso, surgem análises interessantes. Como esta, escrita (muito bem por sinal) por Ruan Nunes, na Gemina Literatura deste mês. “O caso Amy Winehouse: autodestruição e música”, fala sobre os efeitos da (auto) destruição no trabalho da cantora. Apenas um ponto controverso: Nunes diz que Amy conseguiu fazer com que a autodestruição chamasse atenção mais para seu trabalho do que para sua vida pessoal problemática, o que tem se mostrado inversamente verdadeiro. Para fazer pensar. Leitura altamente recomendada. Aqui.
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