Alguns dizem que Restart não é rock, outros que não é pop, outros ainda que não é música. Não importa. O fato é que a banda dos garotos coloridos vai prestar sua homenagem ao rock ‘n’ roll, que completou 50 anos no último dia 13, no blog Rock 50.
Em um vídeo, os integrantes do grupo Pe Lanza, Pe Lu e Koba (Thomas gravou por problemas de saúde) contam como o estilo surgiu nas suas vidas e quais são suas principais influências. A ação faz parte de um especial do site Papolog.
[via Billboard]

Quando é Dia Mundial do Rock fica difícil a gente falar de outra coisa. Os canais de TV — especialmente os de música — destilam documentários e homenagens aos grandes nomes do rock mundial.
E a gente do Som na Caixa vai na onda e pergunta a você, leitor:
O novo CD do Capital Inicial, Das Kapital, será o nome da nova turnê que a banda de rock brasileira estreou no último sábado (12), no Credicard Hall, em São Paulo.
Vale lembrar que este é o primeiro trabalho da banda depois que o vocalista Dinho Ouro Preto sofreu um acidente, em outubro do ano passado.
Ele caiu de um palco de três metros de altura durante um show na cidade de Patos de Minas, em Minas gerais.
[via R7]
Fãs dos Titãs, fiquem atentos: o novo disco do grupo “Sacos Plásticos”, vai ganhar uma edição especial. O álbum será reeditado com material bônus, que inclui 14 músicas originais, uma música em versão acústica e um DVD extra.
O DVD bônus traz o show da banda ao vivo no Hangar 110, em São Paulo, tocando duas músicas: “Amor por Dinheiro” e “Deixa eu Entrar”. Já a música acústica que foi adicionada ao repertório origial é “Antes de Você”.
[via Território]

No auge do sucesso, com impressionantes 182 shows realizados em seis meses, o grupo de Guarulhos Mamonas Assassinas, terminou de maneira trágica, por conta de um acidente aéreo — o avisão da banda bateu na Serra da Cantereira, em São Paulo. Não houve sobreviventes.
Mais de uma décadas depois do acidente fatal, se fala em disco inédito, documentário e longa-metragem sobre a carreira do grupo, talvez seja a maneira encontrada para minimizar a perda de uma das bandas mais irreverentes que já surgiram no Brasil. E que fazem uma falta danada.
[R7]

Já faz um tempo que as bandas independentes não dão o ar da graça aqui no Som na Caixa. Então, pra quebrar o jejum, hoje trago uma banda que conheci há pouco tempo, mas que é presença obrigatória no meu MP3. Senhores, apresento-lhes o Guillotin.
O grupo surgiu no final de 2008, a partir de um monte de músicas antigas escritas pelo vocalista/violonista paulistano Guilherme Eddino. Formada pela Internet, a banda tem integrantes bem distintos, cada um com suas influências próprias.
Embora o som da grupo tenha raízes no classic rock e no southern rock (de Stones a Creedence), essas outras influências aparecem nas músicas, desde o folk, o blues e o country até o rock alternativo, o indie rock e a música eletrônica.
Na lista de prioridades da banda, o Guillotin destaca a busca por lugares pra tocar e de grana pra gravar um EP.

O vocalista do Skank, Samuel Rosa, admite que está insatisfeito com o atual cenário pop-rock brasileiro e fez um tremendo desabafo. Em entrevista recente, o músico disse que na última década os jovens brasileiros perderam o interesse pelo rock e estão se interessando mais por músicas que não têm muito a dizer.
“Já vi o rock brasileiro ter mais espaço na preferência do público jovem, com mais importância dentro da cultura do Brasil. O rock perdeu demais. Por vários motivos, porque a produção não está tão boa, até mesmo por contingência. Tudo tem o seu ciclo. Vez ou outra, há alternância de postos, e isso é natural. Mas, nos anos 1990, quem chegasse ao Brasil se deparava com um cenário lindo do pop-rock. Agora a gente não é mais a bola da vez. O rock estava numa posição muito confortável, com espaço em todas as mídias e no gosto popular. Havia outros segmentos, mas ele era soberano”, diz ele.
Samuel também reclama que os adultos mais jovens estão deixando de ouvir rock, e que o mesmo passou a ser sinônimo de adolescência. Seguindo a mesma linha de raciocínio, ele também questiona a atual produção do rock nacional:
Continuar lendo: "O Rock está com público muito juvenil", diz Samuel Rosa

Aos 68 anos, com quase 600 composições no currículo e infinitas histórias pra contar, Erasmo Carlos lança seu livro “Minha Fama de Mau” (Editora Objetiva).
Na obra, o cantor conta suas memórias desde sua infância humilde até a consagração como ídolo do rock brasileiro.
Mais do que um ícone de MPB, Erasmo se mostra um artista humano, face perceptível através da narração segura que ele conta suas dificuldades e alegrias dos tempos de juventude, especialmente o perído marcado pelo fenômeno da Jovem Guarda.
Sentado à beira do mesmo caminho, Erasmo acredita na sorte:
“Mas também acredito no azar, bicho. Consegui na vida muito mais do que imaginei, não tenho do que reclamar.”
Leia o primeiro capítulo aqui.
Fonte: MTV
Dia 20 de outubro os fãs do NX Zero podem correr para as lojas garantir o novo disco do grupo, o Sete Chaves.
Já o primeiro single do disco, chamado “Espero a Minha Vez”, divulgado na última quarta-feira (7) atingiu o primeiro lugar nas rádios de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília. Isso me menos de três dias.
A última faixa a bater o record nas rádios pop rock do Brasil também era do NX Zero, a música “Cedo ou Tarde”, de 2008.
Fonte: Vírgula
Dois gigantes do rock nacional dos anos 80 reunidos mais uma vez. Estamos falando dos Paralamas do Sucesso e do Legião Urbana que tornam para o DVD “Legião Urbana e Paralamas Juntos”, um especial exibido pela Rede Globo em 03 de setembro de 1988. O programa, que foi ao ar uma única vez, trazia um show gravado no Teatro Fênix. A edição do DVD foi remasterizada, para o delírio dos fãs daquele tempo bom.
Na época, o Legião Urbana tinha três álbuns na bagagem e há pouco havia passado por uma das experiências mais marcantes de sua existência: o show no estádio Mané Garrincha, em Brasília, que contou com 50 mil pessoas enlouquecidas (60 detidos e mais de 200 feridos). O Paralamas, com cinco discos nas lojas, tinha um Herbert Vianna cabeludo.
Um registro histórico, sem dúvidas mas o DVD ainda traz depoimentos de pessoas ligadas à música, política e televisão entre eles o finado Bussunda (Casseta & Planeta), Fernando Gabeira, a atriz Cláudia Abreu e o também ator global Tony Ramos. Os músicos também fazem depoimentos.
O show no Teatro Fênix também será lançado em CD com 12 faixas remasterizadas. Nos extras do DVD, há participações dos dois grupos no programa Globo de Ouro e o videoclipe da canção “Que País É Este” feito para o Fantástico. Momento saudade:
Via: Canal Pop