
Britney acaba de ser louvada pela crítica por fazer um álbum tão grudento que dá a sensação de que todas as músicas estavam tocando em uma balada muito boa que você foi esses dias. Mas por que mesmo fazendo pop do próprio pop Britney anda recebendo este tratamento diferenciado da crítica especializada?
Como ela mesma diz em “Till the World Ends“, “Femme Fatale” levou o hit de pista de dança “ao próximo nível”. Britney se cercou de um time de bons amigos que tem prazer em fazer electro-pop melodioso para a pista sem se preocupar com polêmicas ou modismos. O disco começa e termina decidido a se divertir, dançar até o mundo acabar, sem querer forjar um sentimento adolescente ou um mundo biônico.
No auge do processamento sonoro (a voz da cantora é quase uma textura sonora entre os samplers e beats irresistíveis), Britney achou ela mesma sendo todo mundo: seu som é um coletivo de produção e canção coeso, determinado e que com ela ganha a figura pop perfeita, aquela que não tem nada a perder. O conteúdo continua inofensivo como sempre foi, mas não soa estúpido como o fingimento juvenil de Katy Perry, o sadomasoquismo forjado de Rihanna ou o egocentrismo de Christina Aguillera.
Divulgamos aqui no Som na Caixa, que a música “We Are The World“, estava sendo regravada em prol do Haiti, e que a gravação começaria nesta segunda-feira. Agora caiu na rede uma prévia do vídeo, mostrando uma parte da música. O vídeo já é um dos mais vistos do YouTube.
No vídeo a cantora Celine Dion cantando, Will I Am, Quincy Jones e depois todos cantando juntos no final. Nessa nova versão da música, muitos nomes estão participando.